Encontro Nacional de Sindicatos de Motofrete discute proposta do governo para periculosidade

Gil, Valter, Luis e Pedro.
A reunião que aconteceu na sede da UGT em São Paulo no começo de maio discutiu a proposta que está sendo mantida pelo governo federal sobre a elaboração de novo texto que trata sobre pagamento de periculosidade. 
A reunião que aconteceu na sede da UGT em São Paulo no começo de maio discutiu a proposta que está sendo mantida pelo governo federal sobre a elaboração de novo texto que trata sobre pagamento de periculosidade. Os sindicatos participantes, representando várias centrais sindicais, defendem que todo trabalhador motociclista que exerce atividade remunerada com motocicleta e tem registro em carteira, deve receber o benefício.
O objetivo do encontro foi buscar formas para que o novo texto da NR-16 que regulamenta o pagamento da periculosidade através da Lei Federal 12997, não prejudique os trabalhadores que usam motocicletas no exercício da profissão, já que eles estão expostos ao risco de quedas ou acidentes independente do percurso feito ou horário que estão nas vias públicas. Agora, nova reunião geral com todos os envolvidos poderá fechar o assunto.
Esta comissão tripartite do motofrete que representa os sindicatos junto com as centrais sindicais deliberarão sobre um novo diálogo com o governo federal e a parte empregadora que contemple as propostas dos trabalhadores para que também seja mantido os empregos já existentes, de forma que continue gerando emprego. A preocupação dos sindicatos é que não haja mais desemprego e sim soluções eficazes  para o setor.
O evento teve a participação do presidente do SindimotoSP / Febramoto (representando a UGT) Gilberto Almeida dos Santos (presidente), do diretor de Relações Institucionais Rodrigo Silva – SindimotoSP, Valter Ferreira do Sindimoto Rio Grande do Sul / Fetramoto (representando a Força Sindical), Sindmoto.DF / Febramoto (Nova Central) Luis Galvão e Pedro Mourão – Fernordeste – (representando a CSB).
Luiz, Pedro, Gil, Rodrigo e Valter.
Intenção dos sindicalistas é garantir o pagamento da periculosidade para todos trabalhadores que exercem profissão com motocicleta. Motociclistas profissionais com registro em carteira já tem benefício garantido.
Grupo Tripartite da parte dos trabalhadores se reúne para discutir propostas apresentadas pelo Governo Federal para novo texto da NR-16

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