Motoboys trabalham em regime de escravidão para empresas de aplicativos de motofrete em pleno século 21

A Lei Áurea aboliu a escravatura no Brasil em 1888, mas, ainda hoje existem trabalhadores em situação de escravidão no Brasil, como agora, os motoboys. 

Antes, as empresas de aplicativos ofereciam o paraíso, mas, passado o tempo revelaram-se lobos vorazes e interessadas em uma única coisa: explorar o motociclista profissional. Elas usam o artifício da contratação via MEI (micro-empreendedor individual) e com isso não pagam direitos adquiridos, impostos municipais e precarizam as relações trabalhistas.

Se não bastasse tudo isso, as empresas estão promovendo práticas anti sindicais proibindo o motoboy de consultar seu sindicato.

Os trabalhadores dos aplicativos querem, entre outras reivindicações:

1) Criação de um instrumento jurídico através de regulamentação para regularizar preço fixo por serviço, local de parada, km rodado e tempo de espera pago, com aumento anual segundo inflação.
2) Fim da  pressão para entregas mais rápidas.
3) Fim do leilão de preços entre as empresas de aplicativos.
4) Participação nos lucros das empresas.
5) Limite de profissionais no quadro de prestadores de serviço.

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